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Espaço reservado para informações sobre a Maçonaria, voltado ao público não Maçônico

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O que é Maçonaria

A Maçonaria é uma instituição antiga, formada de homens de todas as raças, credos e nacionalidades, que cultuam a liberdade, a igualdade e a fraternidade, e cujo objetivo é o aperfeiçoamento do ser humano e da sociedade. Reunindo-se semanalmente em Lojas, os Maçons contam-se aos milhões no mundo inteiro. Em suas sessões, trabalham e estudam para desenvolver suas qualidades pessoais, por meio do conhecimento e do convívio dentro do mais absoluto respeito às leis, usos e costumes de seus países. Para ser aceito na Maçonaria, é preciso concordar com estes princípios:

1. A Maçonaria proclama a crença em um princípio criador e exige respeito a todas as religiões. O Maçom, pedreiro e construtor por tradição, denomina este princípio criador (Deus, Allah, Budhaetc) de Grande Arquiteto do Universo.

2. A Maçonaria não impõe limites à investigação da verdade. Para garantir essa liberdade, exige de todos a maior tolerância.

3. A Maçonaria não é uma religião nem professa um culto. Sua doutrina se condensa no princípio – "Ama teu próximo".

4. A Maçonaria condena qualquer discussão política sectária em suas reuniões, e não tem qualquer interferência nas preferências político-partidárias de seus membros.

5. A Maçonaria é mantida, através de suas Lojas, por mensalidade, taxas etc. pagas por seus associados, o que lhe permite manter suas obrigações profanas e seus compromissos de benemerência. É importante que o candidato seja esclarecido deste aspecto para que não venha a se prejudicar financeiramente.

6. A Maçonaria é acessível aos homens de todas as classes e crenças, quer religiosas ou políticas, excetuando-se aquelas que privem o homem da liberdade de consciência, que restrinjam os direitos e a dignidade da pessoa humana ou que privem o homem da liberdade de manifestação de pensamento.

Quem somos

As origens da Maçonaria remontam à Idade Média, quando foram construídas as grandes catedrais góticas da Europa. Os pedreiros (do francês "maçon") que criaram esses monumentos eternos, testemunhos de fé e grandeza espiritual, organizaram-se em corporações de ofício (guildas) para proteger os segredos de seu ofício e para transmitir seus conhecimentos a novas gerações de construtores. Uma das características mais importantes dessas guildas era o auxílio mútuo – estendido a viúvas e órfãos de membros falecidos. Após o grande incêndio de Londres, em 1.666, pessoas de diversas partes do mundo, relacionadas com o ofício de construir (arquitetos, pedreiros etc.), lá se concentraram para reconstruí-la. Quarenta anos após, completou-se praticamente a tarefa. A essa época, a maior parte dos obreiros já tinha envelhecido ou emigrado em busca de trabalho. Por isso, os maçons, operários de fato, começaram a aceitar membros honorários em suas corporações, homens de saber e posição que não eram pedreiros de ofício ou nem mesmo estavam associados à atividade construtora. Esses pedreiros "aceitos" cresceram em número e, com seu fermento intelectual, acabaram por fazer evoluir a guilda em uma outra associação, impregnada dos ideais nascentes do Iluminismo, voltada à libertação do homem dos grilhões da ignorância, do preconceito, da superstição e da injustiça social. Assim nasceu nossa Ordem, que da Inglaterra espalhou-se por todo o mundo, constituindo-se hoje na mais sólida e universal das instituições, contando com mais de cinco milhões de membros. Eu seus quase trezentos anos de história documentada, pode a Maçonaria orgulhar-se de filhos ilustres em quase todos os países e em todos os campos de atividade. Músicos, como Mozart, Carlos Gomes e Sibelius; pintores, como Hogarth, Debret e Mucha; poetas, como Goethe, Castro Alves e Kipling; escritores, como Walter Scott, Voltaire e Heine; homens de ciência, como Fleming, Hahnemann e Berzelius; estadistas, como Rio Branco, Nehru e Churchill; libertadores, como Washington, Bolívar, San Martin, O'Higgins, Benito Juarez e Garibaldi; soldados, como Caxias, Laffayette e Ney; soberanos, presidentes e ministros da Noruega à Jordânia, dos Estados Unidos ao Quênia. Na verdade, do século XVIII para cá, poucos foram os membros das casas reais europeias que não foram Maçons. Passados tantos anos, as ferramentas simples dos pedreiros – o compasso, o esquadro, o nível e o prumo – ganharam um significado simbólico de que a Maçonaria se utiliza para conduzir seus obreiros ao auto-aperfeiçoamento. Dessa forma, diariamente, em todos os recantos da Terra, à mesma hora, homens livres de bons costumes se reúnem para estudos e confraternização, mantendo a tradição secular que lhes permite, com orgulho, reconhecerem-se como Irmãos.

Todos os direitos reservados - Loja Liberdade 47 Nº59

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